Varizes: o que são, porque aparecem e o que fazer
Resposta curta: varizes são veias das pernas dilatadas de forma permanente, com 3 mm ou mais de diâmetro, que aparecem quando as válvulas dentro da veia deixam de fechar bem. O sangue reflui por gravidade, acumula-se, a pressão dentro da veia sobe e a parede cede — é este o mecanismo, e é ele que explica porque nenhum produto aplicado sobre a pele resolve a causa. As varizes não são uma condição estática: sem tratamento adequado, a doença venosa tende a progredir ao longo dos anos.
Esta página é o ponto de partida do site. Explica o mecanismo, mostra a escala clínica internacional que os médicos usam para dizer «em que fase está» (CEAP C0–C6), os números de prevalência, os fatores de risco com o peso de evidência de cada um, os sinais que exigem médico no mesmo dia — e liga para as páginas onde cada tratamento é analisado em detalhe, com preços praticados em Portugal.
O que são varizes, exatamente?
Uma variz é uma veia superficial da perna dilatada de forma permanente, com diâmetro igual ou superior a 3 mm. É a classe C2 da classificação clínica internacional CEAP (CEAP, StatPearls/NCBI).
Nem toda a veia visível é uma variz, e a diferença tem nome próprio em português de Portugal:
| Como se chama | Diâmetro | Classe CEAP |
|---|---|---|
| Derrames (telangiectasias) | menos de 1 mm, azulados ou avermelhados | C1 |
| Veias reticulares | 1 a 3 mm | C1 |
| Varizes / veias varicosas | 3 mm ou mais | C2 |
Os derrames são o termo popular usado em Portugal para os pequenos vasos dilatados dos tornozelos e das coxas (Cirurgia Vascular). Aparecem frequentemente na mesma perna que já tem varizes, mas não são a mesma coisa nem se tratam da mesma maneira.
O termo institucional usado em Portugal para o quadro completo é Doença Venosa Crónica (DVC), o mesmo que a literatura científica chama insuficiência venosa crónica. Varizes visíveis são um dos sinais da doença — não são a doença toda.
Porque é que as varizes aparecem?
As varizes aparecem por falha das válvulas dentro da veia. As veias das pernas têm válvulas unidirecionais que impedem o sangue de refluir por gravidade. Quando essas válvulas ficam incompetentes, o sangue reflui e acumula-se, a pressão dentro da veia aumenta — hipertensão venosa — e a veia dilata-se progressivamente (StatPearls/NCBI).
O mecanismo é sempre o mesmo, seja qual for a causa de fundo: falha valvular → refluxo → dilatação.
Segundo a American Academy of Family Physicians, o retorno venoso normal assenta em três fatores: a bomba muscular da barriga da perna, o movimento e a integridade das válvulas. A falha de qualquer um deles contribui para a doença venosa (AAFP, 2019).
Daqui saem duas consequências práticas que atravessam todo este site.
Estar muitas horas parado, de pé ou sentado, tira do sistema a bomba muscular: o músculo da barriga da perna só empurra o sangue para cima quando contrai. Um turno inteiro imóvel deixa o retorno entregue apenas às válvulas.
A outra consequência é sobre produtos. A válvula danificada está dentro da veia, por baixo da pele, do tecido e da parede vascular. Nenhuma substância aplicada por fora lhe chega.
Em que fase estou? A classificação CEAP C0–C6
A CEAP é a escala internacional que classifica a doença venosa crónica. As iniciais correspondem a Clínica, Etiológica, Anatómica e Patofisiológica. Foi criada em 1994 pelo American Venous Forum e atualizada em 2020, e é o padrão aceite em todo o mundo (StatPearls/NCBI).
Na prática do consultório, o que se usa quase sempre é a parte clínica: as classes C0 a C6.
| Classe | O que significa | O que se vê na perna |
|---|---|---|
| C0 | Sem sinais visíveis nem palpáveis | Pode haver queixas sem nada visível |
| C1 | Telangiectasias ou veias reticulares (menos de 3 mm) | Derrames, vasos finos azulados |
| C2 | Varizes (3 mm ou mais) | Veias salientes e tortuosas |
| C3 | Edema de origem venosa | Inchaço do tornozelo ao fim do dia |
| C4a | Pigmentação ou eczema | Pele acastanhada, descamação |
| C4b | Lipodermatosclerose ou atrofia branca | Pele endurecida, zonas brancas |
| C5 | Úlcera venosa cicatrizada | Cicatriz de ferida junto ao tornozelo |
| C6 | Úlcera venosa ativa | Ferida aberta que não cicatriza |
Cada classe leva ainda uma letra: A de assintomática ou S de sintomática. C2S significa varizes visíveis com sintomas — dor, peso, cãibras. C2A significa as mesmas veias visíveis sem qualquer queixa (StatPearls/NCBI).
Esta letra pesa mais do que parece. Duas pernas com o mesmo aspeto podem estar em situações clínicas diferentes.
É por isso que ninguém se classifica a si próprio a partir de uma fotografia.
Quantas pessoas têm varizes?
As varizes são das condições crónicas mais frequentes na Europa. O Edinburgh Vein Study, uma coorte populacional escocesa, encontrou uma prevalência ajustada por idade de 39,7% nos homens e 32,2% nas mulheres; para insuficiência venosa crónica, os valores foram de 9,4% e 6,6% (Edinburgh Vein Study).
| Estudo | População | Varizes | Insuficiência venosa crónica |
|---|---|---|---|
| Edinburgh Vein Study | Escócia, coorte populacional | 39,7% homens · 32,2% mulheres | 9,4% homens · 6,6% mulheres |
| Bonn Vein Study II | Alemanha, 6,6 anos de seguimento | 22,7% → 25,1% | 14,5% → 16,0% |
O Bonn Vein Study II acrescenta a dimensão do tempo: ao longo de 6,6 anos de seguimento, surgiram varizes novas em 13,7% dos participantes e insuficiência venosa crónica nova em 13,0%, com incidência a aumentar com a idade (Bonn Vein Study II). O Edinburgh Vein Study mediu uma incidência anual de novas varizes de cerca de 1,4%, semelhante em homens e mulheres.
Não é um problema «de nascença». Aparece ao longo da vida adulta.
Em Portugal, segundo Gonçalo Cabral, presidente da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardio-Torácica e Vascular, cerca de três milhões de portugueses convivem com Doença Venosa Crónica, afetando mais mulheres do que homens; mais de 90% dos casos associados a refluxo da veia safena podem ser tratados com técnicas minimamente invasivas (Atlas da Saúde). É uma declaração de especialista nomeado, não uma estatística oficial com estudo primário publicado — vale como ordem de grandeza.
Quem tem mais risco de vir a ter varizes?
Os fatores de risco com evidência consistente entre fontes clínicas são história familiar, sexo feminino, idade, pressão intra-abdominal cronicamente aumentada e tempo prolongado em pé (AAFP, 2019).
| Fator | O que se sabe | Força da evidência |
|---|---|---|
| História familiar de doença venosa | Fator documentado em revisões clínicas | Consistente (AAFP) |
| Sexo feminino | Prevalência e procura de cuidados mais altas | Consistente (AAFP) |
| Idade avançada | Incidência sobe com a idade nas coortes | Consistente (AAFP, Bonn) |
| Gravidez | Prevalência de varizes em grávidas relatada até 47% | Estudos citados na literatura |
| Excesso de peso e obesidade | Aumenta a pressão venosa nas pernas | Consistente (AAFP, StatPearls) |
| Muitas horas em pé | Anula a bomba muscular da barriga da perna | Consistente (AAFP) |
| Sedentarismo | Reduz a eficácia da bomba muscular | StatPearls |
| Obstipação crónica | Aumento crónico da pressão intra-abdominal | AAFP |
| Trombose venosa profunda prévia | Lesão valvular residual | StatPearls |
| Contracetivo hormonal oral | Associação observada num estudo transversal | Fraca — não estabelece causa |
Há duas linhas desta tabela que não podem ficar sem explicação.
A gravidez é o fator com maior peso numérico: a prevalência de varizes em grávidas foi relatada até 47% em estudos citados na literatura, associada também a história familiar positiva e a gravidezes anteriores (PubMed). É o tema de uma página própria sobre varizes na gravidez.
A pílula é um caso diferente. Um estudo transversal de 2025 observou associação entre uso de contracetivos hormonais orais e maior ocorrência de varizes nas participantes (PMC), mas o desenho transversal não estabelece causalidade e a amostra é regional. Dizer «a pílula causa varizes» é ir muito além do que este estudo permite.
Que sintomas dão as varizes?
Os sintomas mais descritos são peso e cansaço nas pernas ao fim do dia, dor, inchaço do tornozelo, cãibras noturnas, formigueiro, dormência e comichão. Em Portugal, a queixa mais frequentemente formulada é «pernas pesadas», geralmente ao final do dia (Daflon PT).
Há um pormenor que confunde muita gente: a intensidade dos sintomas não acompanha o tamanho das veias. Uma perna com veias muito salientes pode não doer, e uma perna sem veias visíveis pode ter queixas reais — é exatamente a diferença entre C2A e C0S na escala CEAP.
A distinção entre cansaço normal e sintoma venoso, o que agrava as queixas e a partir de que ponto deixa de ser estética está detalhada na página de sintomas e causas das varizes.
As varizes pioram com o tempo?
A doença venosa crónica é progressiva quando não é tratada. Segundo documento técnico da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, o tratamento adequado pode refrear a progressão; sem tratamento, o risco de feridas extensas e de difícil cicatrização aumenta progressivamente. Entre 50 e 75% das úlceras de estase demoram 4 a 6 meses a cicatrizar e pelo menos uma em cada cinco permanece aberta há mais de dois anos (SBACV).
Isto não significa que toda a gente com derrames acabe com uma úlcera. A maioria das pessoas mantém-se em C1 ou C2 durante décadas. Significa outra coisa: sem nada feito, a direção natural da doença é para cima na escala, não para baixo.
E há um facto a saber antes de comprar seja o que for: nenhum tratamento disponível é descrito como cura definitiva das varizes, porque a predisposição das válvulas e da parede venosa permanece (SBACV). Todos os tratamentos existentes visam melhorar sintomas e sinais.
O que funciona, o que alivia e o que não faz nada
Cada linha desta tabela tem uma página própria com a evidência detalhada e os preços praticados em Portugal.
| Abordagem | O que a evidência mostra | Onde está detalhado |
|---|---|---|
| Meias de compressão | Eficácia de alta certeza na prevenção de TVP em voos longos (odds ratio 0,10, Cochrane 2021); bem documentada na IVC avançada e na cicatrização de úlceras (IQWiG) | Guia das meias de compressão |
| Venotónicos orais (diosmina, castanheiro-da-índia) | Certeza moderada de redução ligeira do edema; eficácia limitada nos restantes sintomas (Cochrane 2020) | Cremes e ativos venotónicos |
| Cremes tópicos | Alívio sintomático local; nenhum estudo mostra eliminação da variz — a válvula não é acessível por fora | Comparação de cremes |
| Escleroterapia, laser, radiofrequência, cirurgia | Atuam sobre a veia doente, com preços entre 140 € por sessão e 2 500 € por perna em privado | Tratamentos e preços |
| Vinagre de maçã, alho, argila | Nenhum ensaio clínico randomizado sustenta efeito sobre as varizes | Tratamento caseiro: o que diz a evidência |
Sobre a compressão e sobre os venotónicos há mais a dizer do que cabe numa célula de tabela.
A compressão é a única medida deste quadro com eficácia de alta certeza em revisão Cochrane, e mesmo essa não promete apagar as veias já visíveis: a revisão CD008819.pub4 concluiu que falta evidência de alta certeza para a compressão como tratamento inicial único das varizes (Cochrane). O mecanismo pelo qual funciona está descrito pelo instituto alemão IQWiG: a pressão externa ajuda as válvulas a fechar corretamente e acelera o retorno do sangue ao coração (IQWiG).
Sobre os ativos venotónicos, há um dado regulatório que raramente aparece nas embalagens: o Regulamento (UE) n.º 1229/2014 não autorizou a alegação de que a combinação de diosmina, troxerutina e hesperidina ajuda a manter a permeabilidade venoso-capilar normal, porque a EFSA concluiu que a relação de causa-efeito não foi estabelecida (EFSA Journal 2014;12(1):3511).
Nenhuma meia, creme ou medida caseira substitui avaliação médica nestas situações.
Trombose venosa profunda (TVP). O quadro é quase sempre assimétrico: dor ou latejar persistente numa perna — em regra só numa, na barriga da perna —, com inchaço, pele quente ao toque, vermelhidão ou descoloração e veias superficiais dilatadas. Ainda assim, cerca de metade dos casos não dá sintomas evidentes (Mayo Clinic). Face a uma cãibra vulgar há uma distinção prática: a dor da TVP mantém-se, não passa em minutos e não cede a alongamento nem a massagem (Caprini Risk Score).
Ligue 112 imediatamente se à dor e ao inchaço da perna se juntar falta de ar, dor no peito, tontura, desmaio, batimento cardíaco acelerado ou tosse com sangue. Pode ser um coágulo que se deslocou para o pulmão — embolia pulmonar, uma emergência com risco de vida (Mayo Clinic).
Hemorragia de uma variz. Deite-se, eleve a perna acima do nível do coração e faça pressão direta e constante com um pano limpo durante 10 minutos, no mínimo, sem levantar o pano para espreitar. Passados 20 minutos de pressão mantida, se ainda sangrar, chame os serviços de emergência sem aliviar a pressão nem baixar a perna (PMC). A razão pela qual isto é uma emergência está na física do problema: a pressão dentro da variz é elevada (British Journal of General Practice).
Úlcera venosa. Ferida aberta perto do tornozelo que não cicatriza. Marca doença venosa avançada, classes C5 e C6 da CEAP, e pede avaliação médica em vez de creme de venda livre. Sem tratamento adequado, 50 a 75% destas úlceras demoram 4 a 6 meses a cicatrizar (SBACV).
Tromboflebite superficial. Ao longo de uma veia logo abaixo da pele aparecem vermelhidão, inchaço e sensibilidade ao toque, por vezes com febre; é frequente em quem já tem varizes (Cleveland Clinic). Passa a urgente se a vermelhidão avançar em direção à virilha ou ao joelho, se a perna inchar mais ou se a dor piorar — pode ser progressão para trombose profunda (Patient.info).
Excluídas estas situações, a medida com melhor evidência do quadro acima é a compressão — e a escolha da classe é o passo seguinte.
Por onde continuar: mapa do site
Este site tem uma página para cada decisão concreta que aparece a quem tem varizes. A lista completa, por ordem de utilidade:
Sintomas e causas
- Sintomas e causas das varizes — como distinguir cansaço normal de sintoma venoso, o que agrava as queixas e a partir de que ponto deixa de ser questão estética.
Meias de compressão — a medida com melhor evidência
- Meias de compressão: guia completo — o que mostram as revisões Cochrane, as classes em mmHg da norma europeia, como medir o tamanho, como calçar, efeitos secundários e contraindicações.
- Meias de compressão para varizes — que classe corresponde a que situação clínica, e o que muda quando já há varizes estabelecidas.
- Onde comprar meias de compressão em Portugal — comparação de lojas, marcas e faixas de preço, incluindo o que os seguros de saúde tipicamente não reembolsam.
Cremes e ativos venotónicos
- Creme para varizes: como funcionam — que ativos existem, o que os estudos mediram, e porque nenhum creme atinge a válvula danificada.
- Melhor creme para varizes: comparação — tabela de produtos disponíveis em Portugal com composição declarada e preço, do produto de farmácia ao creme vendido online.
Tratamentos médicos e dinheiro
- Tratamento de varizes: métodos e preços em Portugal — escleroterapia, laser, radiofrequência e cirurgia, com preços praticados no privado e o que esperar do SNS.
Situações específicas
- Varizes na gravidez — porque aparecem, se desaparecem depois do parto, o que é seguro e o que exige consulta antes.
- Tratamento caseiro para varizes: o que diz a evidência — vinagre de maçã, aloé vera, alho e argila avaliados um a um, e o que fazer em casa que tem base real.
Sobre o site
- Como trabalhamos — que fontes usamos, como as hierarquizamos e o que nos leva a não publicar uma afirmação.
- Quem somos — quem escreve e com que critério.
- Contactos — como assinalar um erro factual ou um preço desatualizado.
- Aviso legal e política de privacidade — termos de utilização, divulgação de afiliação e tratamento de dados.
O que este site faz — e o que não faz
Aqui encontra o mecanismo da doença explicado a partir de fontes clínicas, a escala CEAP com todas as classes, os números de prevalência com o estudo de origem, o que cada tratamento mostrou em revisões sistemáticas, os preços praticados em Portugal e os sinais que exigem urgência.
Aqui não encontra um diagnóstico da sua perna, a indicação da classe de compressão que deve usar, nem a decisão entre escleroterapia e laser. Isso depende de exame físico e, muitas vezes, de eco-Doppler — e é decisão de médico, com a perna à frente.
Se ainda não teve consulta, este site serve para chegar lá a saber que perguntas fazer. Se já teve, serve para perceber o que lhe foi dito.
Porque não publicamos fotografias de «antes e depois»
Não publicamos fotografias de resultados, nem imagens de pernas reais de pacientes, e a razão não é estética. Uma fotografia de antes e depois é uma promessa implícita de resultado individual — e nenhum tratamento de varizes promete isso: todos visam melhorar sintomas e sinais, nenhum é descrito como cura definitiva, porque a predisposição das válvulas permanece (SBACV).
Também não publicamos testemunhos nem avaliações de utilizadores. Não temos forma de os verificar, e um testemunho não verificável é o instrumento mais eficaz para vender algo que os dados não sustentam.
O que publicamos é comparável: mmHg, miligramas, euros e a fonte de cada afirmação.
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Publicado a 22 de agosto de 2026. Última atualização: 22 de agosto de 2026.
Fontes utilizadas
- StatPearls/NCBI, insuficiência venosa e mecanismo valvular — https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK470194/
- StatPearls/NCBI, classificação CEAP — https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK557410/
- AAFP (2019), doença venosa crónica e fatores de risco — https://www.aafp.org/pubs/afp/issues/2019/0601/p682.html
- Edinburgh Vein Study, prevalência e incidência — https://www.jvsvenous.org/article/S2213-333X(12)00091-1/fulltext
- Bonn Vein Study II (Rabe E, Pannier F), seguimento de 6,6 anos — https://www.jvascsurg.org/article/S0741-5214(09)02285-X/fulltext
- Atlas da Saúde, declaração de Gonçalo Cabral (SPCCTV) — https://www.atlasdasaude.pt/artigos/3-milhoes-de-portugueses-convivem-com-doenca-venosa-cronica
- PubMed, varizes na gravidez e fatores associados — https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16964695/
- PMC (2025), estudo transversal sobre contracetivos orais e varizes — https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11790183/
- SBACV, insuficiência venosa crónica e úlceras — https://sbacvsp.com.br/wp-content/uploads/2016/05/insuficiencia-venosa-cronica.pdf
- Cochrane CD008819.pub4 (2021), compressão no tratamento inicial das varizes — https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD008819.pub4/full
- IQWiG / InformedHealth, efeito e uso das meias de compressão — https://www.informedhealth.org/effect-and-use-of-medical-compression-stockings.html
- EFSA Journal 2014;12(1):3511, alegação não autorizada — https://efsa.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.2903/j.efsa.2014.3511
- Mayo Clinic, trombose venosa profunda — https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/deep-vein-thrombosis/symptoms-causes/syc-20352557
- PMC, primeiros socorros na hemorragia de variz — https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10993626/
- British Journal of General Practice, hemorragia de variz — https://bjgp.org/content/72/722/448
- Cleveland Clinic, tromboflebite superficial — https://my.clevelandclinic.org/health/diseases/17523-superficial-thrombophlebitis
Fontes complementares citadas no texto: Cirurgia Vascular (derrames e calibres) — https://www.cirurgia-vascular.pt/blog/telangiectasias-derrames-muito-alem-da-estetica-104/ · Daflon PT (linguagem «pernas pesadas») — https://daflon.pt/pernas-pesadas-dor-nas-pernasdoenca-venosa-cronica · Caprini Risk Score (TVP vs. cãibra) — https://capriniriskscore.org/news/early-warning-signs-how-to-tell-if-you-have-deep-vein-thrombosis/ · Patient.info (progressão da tromboflebite) — https://patient.info/heart-health/varicose-veins-leaflet/superficial-thrombophlebitis